IV
A situação dos direitos humanos de crianças e adolescentes em situação de rua do centro de São Paulo
5. Reportagens e matérias publicadas pelos veículos de comunicação
Folha de S. Paulo | 7 de agosto de 2005
Folha de S. Paulo | 7 de agosto de 2005
Folha de S. Paulo | 30 de setembro de 2005
O Diário de S. Paulo | 10 de outubro de 2005
O Diário de S. Paulo | 16 de novembro de 2005
O Estado de S. Paulo | 24 de dezembro de 2005
O Estado de S. Paulo | 7 de janeiro de 2006
Revista OCAS nº 43 | março de 2006
Jornal da Tarde
Folha de S. Paulo | 18 de março de 2006
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2006/04/351246.shtml
Monitora e meninos da entidade Cheiro de Capim sofrem abuso policial
Por CMI Brasil 17/04/2006
Em 12 de abril, um grupo de 27 meninos em situação de rua e a educadora Nailza Baleeiro, da entidade Cheiro de Capim, sofreram abuso policial na praça Ana Maria Popovic, na Avenida Sumaré, região oeste de São Paulo. O grupo estava no local à espera de um ônibus do Colégio São Judas Tadeu, onde ocorreria uma partida de futebol, um banho de piscina e uma festa de confraternização entre os meninos em situação de rua e alunos da escola, quando foram agredidos e 8 detidos por policiais.
O relato da associação conta que "Os policiais foram abordando os meninos com agressividade e a monitora tentou interferir e explicar o que realmente estava acontecendo, mas foi algemada e jogada, literalmente jogada, no camburão. Nailza afirma que um soldado identifi cado no crachá como Império a ofendeu com palavras de baixo calão na frente dos meninos".
Na manhã de hoje, 17 de abril, Nailza, acompanhada dos coordenadores da Cheiro de Capim, Andréia Apóstolo e Nicomedes Vieira, relatou o ocorrido na Ouvidoria de Polícia e foi ao IML fazer exame de corpo de delito. Andréia diz que o ocorrido é uma "arbitrariedade em relação à situação da criança e do adolescente e em relação ao trabalho educativo que desenvolvemos". O trabalho da Cheiro de Capim existe há 10 anos, sendo originalmente ligado à Congregação do Verbo Divino (cujos missionários, há 15 anos, foram viver no Brás para trabalhar junto à população de rua) e hoje ligado ao Pontifício Instituto do Missionário para o Exterior (Pime), que forma missionários que dedicam sua vida a desenvolver trabalhos com pessoas de fora de sua terra de origem.
relato da associação:
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2006/04/351210.shtml
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